RIO – Depois de ter atingido a marca de mais de 100 mil unidades vendidas em dois anos, as chamadas pulseiras quânticas, que prometem melhorar o equilíbrio e trazer outros benefícios ao usuário, terão restrições a sua propaganda. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publica hoje notificação às empresas e sites que vendem o produto proibindo qualquer menção às supostas qualidades terapêuticas.
Segundo a agência, por não ser um produto registrado o acessório não pode ser vendido com a proposta de melhorar a saúde nem o funcionamento do corpo. No entanto, uma rápida pesquisa na internet leva a páginas que prometem efeitos como “maior estabilidade, facilidade de circulação e alívio da dor”.
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